terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Opá, que desilusão...
Faz-se um post para a malta simplesmente clicar num like. LIKE (para quem não sabe, ao fazer like partilha-se com os amigos, que se igualmente fizerem LIKE, partilham com os amigos deles e por aí além).
É bonito, não é?
Pois... nada mais utópico!
Excepto 2 ou 3 amigos que pacientemente me vão ajudando nesta tarefa, ninguém se interessa.
E dou por mim a pensar se não será melhor alapar o rabo no sofá e mandar tudo às urtigas!
Facebook, i hate you!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Quando for grande quero ser
Numa das minhas incursões virtuais por artigos handmade, coisa que me permito fazer em momentos de maior crise de inspiração (embora eu ache que quanto mais vemos mais impacto negativo isso pode ter no nosso trabalho, se não soubermos gerir bem a coisa), encontrei este blog fascinante.
Fiquei apaixonada, e sem duvida que é uma inspiração.
foto: http://intrespida.blogspot.com/
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Decididamente não somos do mesmo planeta
Nesta casa, os assuntos de saúde dão sempre pano para mangas. Ou será zangas?
Eu não sei se meio mundo é ou deixa de ser assim, mas não assalto as farmácias ao primeiro vislumbre de uma tosse, não entupo as urgências por causa de uma dor estranha nas entranhas nem amaldiçoo a minha vida devido a uma faca que resolveu deixar marca no meu dedo, coisa que, aliás, acontece muito mais vezes do que seria suposto.
Talvez eu tenha, sei lá, uma tolerância anormal à dor, seja masoquista ou simplesmente não goste de tomar remédidos.
O meu corolário é tomar o estritamente necessário quando já não há volta a dar. E quando a doença o justifica.
O problema é que o meu homem é o oposto. Se eu não vou ao médico nem por nada, ele vai ao médico por tudo e mais alguma coisa e, pior ainda, massacra-me só pelo simples facto de eu me queixar de uma dor de cabeça.
Amor... eu quando estou doente quero é sopas e descanso, tá bem?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Dúvidas
Estarão as pessoas assim tão ocupadas que não tenham tempo para alimentar relações de amizade?
Ou será simplesmente desinteresse?
...
Acredito que será mais a segunda opção. E é isso que me chateia.
Mesmo.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Tentar
Continuo, claro, a duvidar das minhas capacidades, que isto não é coisa que passe de um dia para o outro, mas se há alguém (e que alguém, senhor... que alguém!) que está disposto a apostar em mim e no meu trabalho, é um bom ponto de partida para começar a valorizar-me.
Agora desculpem-me, mas tenho trabalho para fazer (em tempo record, para variar)!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Desistir
Já vão longe os tempos em que o meu peito inchava de cada vez que eu falava ou ouvia falar de projectos/intervenções/obras relacionadas com espaços verdes.
E cada vez está mais longe a minha crença de que o curso que um dia me lembrei de tirar, seja a minha opção de vida.
O motivo? A minha falta de confiança em mim e nas minhas capacidades. A ideia que eu vou alimentando de que nada do que faço na área é importante. E grandioso. E vistoso. Na verdade, acho mesmo que tudo o que fiz até agora é meramente satisfatório.
Foram talvez anos demais na função pública, onde fui ficando cada vez mais "estúpida" e conformada a tapar buracos. Deixei de me esforçar. Deixei de acreditar que seria capaz de mais.
E hoje, confrontada com a hipótese de participar numa importante obra a nível nacional, dou por mim a "fugir" quando devia ter dado mais e melhor.
Estou chocada comigo mesma. Revoltada. Abatida.
Se é certo que me deram o fim de semana de Natal (!!!!) para pensar em novas ideias para o projecto, coisa que deveria ter apresentado esta manhã (e que do meu ponto de vista não foi mais do que um teste para verem até que ponto eu me empenhava) também é certo que usei esta desculpa para não fazer aquilo que seria suposto.
Em suma, optei pelo caminho mais fácil.
Agora sinto-me uma autêntica nulidade e perfeitamente consciente de que acabei de perder a oportunidade de uma vida.
No entanto tenho a dizer em meu favor que não procuro fama, nem grandes obras nem reconhecimento profissional... Procuro um emprego estável que me permita trazer um ordenado para casa ao fim do mês.
Será pedir demais? Será um desejo assim tão utópico? Será que este emprego nunca vai aparecer na minha área de formação?
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Natal
A ceia era alternada, ano sim ano não, entre a casa dos meus pais e a dos meus tios. Uma ceia onde a comida presidia e os doces faziam as delícias de todos. O serão era passado junto à lareira a conviver e os presentes abriam-se à meia noite. E éramos todos felizes. Ou parecíamos...
Já não sei quantos anos passaram desde que isso deixou de acontecer. E é ao pensar nisto que tenho noção do quanto as coisas mudam, e o que tínhamos como garantido (maravilhosos tempos de criança), deixou de o ser.
Parece que quando atingimos uma certa vivência, nem é preciso 10 ou 15 anos para se notar as mudanças. Pelo menos comigo tem sido assim, pois de ano para ano, tudo muda...
Dei por mim a pensar em como foram os meus últimos 5 Natais. E não tenho muitas coisas boas a lembrar de quase nenhum deles.
Em 2005, o meu primeiro Natal como mulher casada, foi marcado por graves desavenças familiares. Foi, sem dúvida, o ano de todas as rupturas...
2006 não foi mais do que a continuação da novela que se tornou a minha vida. O Natal?... Passado com quem realmente importa.
2007 creio que já foi mais "normal". Talvez o mais normal destes 5. Pacato.
Em 2008 foi quando chegou a Rita. Mas a época foi tão atribulada com uma série de internamentos, que nem dei pelo Natal passar. Não ofereci um único presente nesse ano. Logo eu, que adoro dar presentes.
2009 foi novamente um ano trágico. O avô da Rita teve um acidente grave na Suíça, no dia em que deveria fazer a viagem de regresso a Portugal para vir ao baptizado dela. Em recuperação, permanece lá desde então, ainda à espera de autorização para voltar para casa. E o Natal?... Foi triste, sem ele, e também ensombrado pelo desemprego que me iria atingir em 2010.
E chegamos a 2010. Um ano que está a custar passar, e também ele repleto de mudanças.
Se ainda for a tempo de acrescentar isto à minha lista de desejos, neste Natal de 2010, quero Amor. Quero que este meu Amor continue a crescer e crescer e acredite que não tem limites.
Quero um punhado de Alegria. Quero ver a minha família reunida, feliz e bem disposta. Quero que as gargalhadas contagiantes da Rita ecoem por toda a casa e nos façam esquecer as contrariedades com que a vida nos tem assolado.
Quero Esperança numa vida melhor, num emprego...
Quero muita Paz e Saúde. Para mim, para os meus e para toda a gente por este mundo fora.
Quero um Natal Feliz, e também o desejo para todos vós, amigos reais e virtuais.
E que todos estes desejos se prolonguem não só pelo ano de 2011, mas por toda a vida que temos pela frente.
Presentes
Estes meus presentes já foram entregues. Felizmente, as novas donas das peças em questão gostaram... :)
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Presentes de natal
A família é a mais próxima, e os amigos contam-se pelos dedos de uma mão.
Os últimos dias foram passados a executar e garantir que muitos "alguéns" por este país (e estrangeiro também), recebessem um presentinho feito com amor e dedicação.
E é por isso que, a dois dias do Natal, ainda estou a fazer os meus presentes... shame on me!
Mas lá que estão a ficar um must, isso estão!
(fotos seguem dentro de momentos, que a p*** da máquina fotográfica ficou sem bateria)
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Maria's Bday
Eu não me canso de falar da moça.
Deve ser sinónimo do quanto a admiro. A ela e à sua vontade de perseguir um sonho.
Se dependesse de mim, ela já estaria em Bruges. Mas como é preciso mais do que uma amizade e muita vontade de ajudar, só me resta contribuir como posso. Divulgar. Fazer chegar este sonho a todos os cantos do mundo.
E dizer apenas "Passem lá no leilão da Maria e vejam bem o que ela tem para vender." Quem sabe se não encontram lá um presente todo tcharam ao preço da chuva?
Amigos, é só divulgar, vá!
E, Maria, Bruges já esteve mais longe...
Muitos parabéns por este dia.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
(...)
O céu está cinzento. Sombrio.
A comida vai desaparecendo aos poucos do prato, na secretária, frente ao computador.
Estou no meu "intervalo" das costuras, dou a vista de olhos habitual pelos blogs que gosto, e sinto vontade de escrever.
Mas escrever sobre o quê?...
Os meus dias vão passando ocupados. Ando talvez iludida com esta ocupação, mas pelo menos afasta de mim (momentaneamente) o receio de um dia acordar e ver-me sem nada, dia esse que a cada dia que passa fica mais próximo, numa brevidade não tão breve quanto isso, mas real.
Levanto-me e levo o prato para a cozinha. Encontrei algo sobre o que escrever. Uma carta aberta para mim própria. É isso.
Às vezes não é fácil escrever tudo o que nos vai na alma quando sabemos quem nos lê. E não devia ser assim. Fico triste por ser assim.
Voltando ao assunto, que não é mais do que a falta de assunto, ou a tentativa de transformar a inexistência de assunto num post realmente lúcido e provido de sentido, sinto-me sozinha.
Dias preenchidos e ocupados, uma filha linda com quem brincar ao fim da tarde, e sinto-me sozinha.
Sinto falta dos almoços rápidos com a minha querida S., onde qualquer banalidade se transformava em tema de debate, quanto mais não fosse para desanuviar a cabeça das chatices do trabalho.
Sinto falta de ver e falar com as minhas amigas e colegas ao longo do dia.
Sinto falta de vestir algo mais engraçado e maquilhar-me, pela manhã. Sentir-me bonita. E ter mais confiança em mim...
A chuva bate mais forte na janela agora. Ou talvez sejam as lágrimas que me enchem os olhos.
A única certeza que tenho é que o céu continua cinzento.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Rita aprende a costurar
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Wish list (sujeita a alterações)
Por isso, vamos lá ver uma listinha jeitosa de coisas úteis e inúteis que até me davam algum jeitinho ter:
Uma cómoda para o quarto - já não se aguenta com o meu armário cheio de camisolas amontoadas. (IKEA, 160.33€)
Colares giros e vistosos para dar alguma vidinha à minha roupa que anda assim a atirar para o deprimente
Uma caixa (ou outro tipo de arrumação) toda gira e prática para arrumar (ou exibir) os ditos colares, algo que fique fora do alcance da Rita, de preferência.
Uma tela (que eu já escolhi) para pôr na parede da sala (que por acaso já foi desejada como presente de aniversário)
Uma máquina de costura toda pipi (a da mãe que já tem tantos ou mais anos que eu ainda vai servindo para o efeito, mas não é a mesma coisa...)
Uma "oficina" a parecer uma retrosaria
Pijamas giros e femininos (vamos deixar os bonecos para a criança da casa, tá bem?)
e por agora não me ocorre mais nada.
Olhando para esta lista, acho que vou levar com colares e já vou com sorte...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Elogios
Ser chamada de "fada" não tem preço.
Sabem o que era mesmo fixe?
Era irem lá ao leilão da Maria e licitar as coisinhas maravilhosas que ela tem, como por exemplo, uns belíssimos enfeites de Natal, para decorar a vossa árvore ou uns gatinhos com um perfume delicioso.
Vá, não se acanhem. Ela é boa moça e merece este esforço. :)
E se por acaso não quiserem nada feito aqui pela menina, podem sempre ver os livros ou malas ou agendas e coisas e coisas e coisas. Escolha ali não falta!
Estão à espera de quê? Hein?
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Dicionário Ritês - Português parte II
Muda bisão - muda canal de televisão
Tenho para mim que a minha filha é algo assim para o precoce... meeeedooooo
Se eu tivesse o Twitter
"estou a
Felizmente só tenho um blog, por isso esses pequenos pormenores da minha vida ficam salvaguardados.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Coisas que não fazem sentido
Como raio me hei-de sentir?
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Dicionário Ritês-Português
Ôta pitita - outra música
Patata pitita - batata frita
Apitai - passear
Pitai - pintar
Xuáte - chocolate
Nóni - noddy
djói-djói - dói-dói
Papo - sapo
Popo - copo
Cuieia - colher
Badja - fralda
Bóio - comboio
Mómi - telemóvel
Mimoca - maminhas
minina - pequenina, menina
Caca - Benfica
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Dias bons
Tento muitas vezes não dar demasiada importância, não ter grandes expectativas, mas no íntimo quero sempre que seja um dia especial.
Recebe-se amor e carinho da família. E presentes.
Recebem-se mensagens de amigos que se lembram de nós, mensagens essas que nos aquecem o coração. Este ano até foram reforçadas devido às maravilhas da tecnologia (Fb), e nunca antes recebi tantos parabéns via net.
Este aniversário começou por ser assim. Normal.
Mas houve alguém que me alegrou ainda mais o dia, em forma de mão estendida no meio da virtualidade.
Como é possível haver alguém que não nos "conhece" com vontade de nos acarinhar assim? Faz-me ter Fé nos homens e na bondade.
Sabes... os meus "Obrigada" nunca serão suficientes para te agradecer.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
No blog da Maria - Take us to bruges
Querem ver?
Querem?
Então ide aqui.
E, por favor, não saiam de lá sem dar o vosso contributo :)
terça-feira, 26 de outubro de 2010
...
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Telegrama (para ti, Maria)
Estão a engordar bem e com boas cores. stop
Aguarda-se ninhada para muito antes do tempo previsto. stop
Até breve
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Como é?
Gente, lembrem-se que eu só tenho duas mãos... que até fazem umas coisas giras (cof cof)
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Sabes, filha
Mas juntamente com este medo nasceu também o mais puro amor, um sentimento de incondicionalidade, a alegria imensa que vai crescendo contigo, linda e forte.
O teu sorriso ilumina-me o dia, os teus olhos aquecem-me o coração, e a tua dor, filha, a tua dor... eu faria tudo para conseguir passar para mim essa dor...
Ver-te assim é para mim um aperto no coração. E quando choras, choro contigo porque me sinto impotente.
Quero-te feliz, filha, mas há coisas impossíveis, e viver as doenças pelos outros é uma delas.
Bem sei que a dor que hoje sentes amanhã já não te recordarás dela. Mas eu recordarei para todo o sempre o teu choro de desespero, a tua mão a aconchegar a tua própria face, e tu adormeceres exausta no meu colo.
A dor que hoje sentes é apenas uma destas doenças de criança - maldito seja quem as inventou - mas podes crer, filha, podes crer que seja qual for o motivo do teu choro, vou estar sempre a sofrer contigo.
domingo, 10 de outubro de 2010
Aqui há gato...
Um novo desafio paira no ar e sinto o entusiasmo misturado com medo...
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Nota mental
Ter uma única agulha minúscula no caos em que se está a transformar o meu escritório não é, decididamente, boa ideia.
Dias felizes
Não sei se o que faço é, de facto, diferente, mas é meu. Dá-me prazer. Dá-me alento e permite que os meus dias passem sem que eu pense em depressões, tristeza e inutilidade.
Estas pequeninas coisas ocupam-me. Divertem-me. Elevam a minha criatividade e a capacidade de raciocínio. Está presente todo um processo contínuo, desde a escolha de cores aos detalhes, a fotografia, o cenário, a embalagem que, com sorte, chegará às mãos de quem comigo partilhar este gosto.
Quero continuar a sentir-me assim.
Viva.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Há dias assim
Ainda procuro uma ideia brilhante, mas parece que as ideias andam aversas à minha pessoa.
Estou triste...
sexta-feira, 2 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Pinturas
Apesar da minha casa ser um cantinho modesto, bastante simples e assim a atirar para o pobre - que eu gosto de descrever como minimalista - nunca fiz mais porque são coisas que custam dinheiro e envolvem uma certa disponibilidade de tempo (que agora abunda).
E depois uma gaja está em casa a olhar para as paredes e tal, e tem ideias do género de ir ali comprar um rolo de papel e umas latas de tinta, e vai de pôr mãos à obra.
Pois, como também já sabem, eu sou de ideias fixas e muito prática.
E foi assim que se passou um dia, com este resultado final.
Hoje, uma parede...
Amanhã, o resto da casa!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Motivação: precisa-se
(Um emprego?... Qualquer coisinha assim do género?...)
terça-feira, 1 de junho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Coisas úteis (salvo seja) para fazer quando se tem muito tempo livre - parte II
Confesso que a coisa não correu tão bem como esperava. A minha procura por plantas que pudesse colocar dentro da água nos vários hortos/viveiros onde fui, revelou-se infrutífera. O motivo: é proibido vender plantas aquáticas!
Não dando o braço a torcer, um mês e muita água verde depois, lá rumei à margem do rio Águeda (que quem não sabe, fica a saber que é um afluente do Vouga), e surripei uns pézitos de Juncus effusus, e de Typha latifolia.
Não me parece que sejam suficientes para impedir a água de ganhar algas, mas lá se vai tentando (com a ajuda de uma bomba que a vitamina M achou por bem comprar, em prol do direito à vida dos dois peixitos vermelhos que foram adquiridos este fim de semana.)
Quem também me parece feliz, é a tartaruga, que passou a vida inteira em aquários diminutos e de repente tem aquele paraíso por sua conta...
Há bichos com sorte, pá!
Dias menos bons
É desmotivador quando enviamos currículo e portfolio e não recebemos uma única resposta.
É desmotivador quando sentimos que dificilmente voltaremos a exercer a formação que abraçámos.
É desmotivador quando sabemos que estamos aquém dos requisitos que uma empresa exige. E que nada podemos fazer para alterar isso.
Nesta altura do campeonato, sou perseguida pela minha dificuldade auditiva, quer queira quer não.
Não posso dizer que já tenha sentido na pele a discriminação, porque a minha experiência profissional resume-se apenas a uma entidade. E aí sempre fui tratada com carinho e sempre tive a cooperação dos meus colegas. Era fácil, porque as minhas funções limitavam-se a "projectar" frente a um computador. As relações com o exterior não eram nada de significativo e quando existiram, lidei sempre com pessoas que souberam contornar a situação de modo eficiente.
Mas e agora?
Ponho-me no papel de um empregador, e não vejo a coisa facilitada. Como iria lidar com o factor "urgente", tão em voga no mundo actual?
A urgência em resolver problemas no imediato, de dar resposta, de cumprir... e a única maneira que eu reconheço é pegar no telefone!
Isso só me faz sentir incapaz.
Eu sei que há outras formas de comunicação, e adaptação e mimimi, mas isso também depende do ramo em que se trabalha.
Por isso digam-me... alguém conhece um jardineiro, trolha ou pedreiro, ou mesmo um encarregado, que tenha um PC ao seu lado numa obra e que use regularmente as novas tecnologias??? Também é válido para os SMS - algum que perca tempo em escrever no telemóvel???
...
Ah pois... bem me parecia!
terça-feira, 25 de maio de 2010
from lisbon to bruges
Adoro a sua maneira de escrever, em todos os blogs onde já a acompanhei.
Deparei-me com este link há uns dias, e sorri. Estava ela incógnita, mas reconheci-lhe o jeito e o sonho, sem qualquer sombra de dúvida.
Queria eu ter um grande blog para poder ajudar a Maria e o gato a chegar a Bruges. E divulgar ao máximo a sua causa, que neste momento passa por vender todo o recheio da sua casa. Neste momento estão em leilão os seus livros. Ide ver. Ide!
É bonito, mas mais bonito é ver o movimento que se tem gerado em torno desta busca por um sonho.
Desejo-lhe toda a sorte.
terça-feira, 27 de abril de 2010
So slowly...
Não é que não tenha tido tempo, porque tenho.
Ultimamente tenho tido tempo para tudo e mais alguma coisa. Desde tempo para cortar a relva ao tempo para cozinhar. Tempo para olhar para a janela e tempo para fazer quadros para dar "às mães" no dia que se avizinha.
Tenho tido tempo para dar e vender, e nem por isso deixo de estar ocupada. E gosto assim. Ao ponto de, ao fim do dia, me deitar completamente arrasada.
Não me sinto perdida pois, ao contrário do que seria de esperar, não tenho tempo para gastar com esses pensamentos.
terça-feira, 30 de março de 2010
E quem diria...
sexta-feira, 19 de março de 2010
Dia do pai (mas não muito)
Oh, que pena... ir embora de mãos a abanar... Mas vá, eu faço o sacrifício e levo algumas coisitas para mim, só para tirar este peso da consciência das horas perdidas a entrar e saír de lojas.
(Acham que o pai vai ficar chateado?...)
Coisas úteis (salvo seja) para fazer quando se tem muito tempo livre
Ter tempo tem sido um factor determinante para pôr em prática alguns projectos que andavam há largos meses a "marinar". Desta feita, aproveitei o tempinho bom, e fui pôr as mãos à obra. Ou na terra, como preferirem.
Missão: fazer um lago
Eu sou uma pessoa prática. Não sou como outros (tipo vitamina M) que, para pôr um prego na parede, precisa ir comprar um berbequim. E trabalho com o que tenho. Por outras palavras, sou mestre do improviso!
Cavei, esburaquei, tirei pedra atrás de pedra e ao fim de hora e meia já tinha um belo buraco no jardim. Na verdade, não tinha nada de belo, mas era o que se arranjava.
O aspecto não estava grande coisa, mas eu estava inspirada, e nada me demovia. Nem os malditos mosquitos que me sugavam a torto e a direito (ainda alguém me vai explicar como é que estou mordida nos pés, nas costas e no rabo).
Passo seguinte, encher de água. Demorou coisa de 2 a 3 horas (para que não pensem que aquilo é um buraquito de nada).
Enterrei as bordas e já tinha a coisa mais ou menos interessante.
Depois começou a parte divertida. A busca por elementos para decorar. Andei uma manhã inteirinha à procura de pedra para a borda. Pelo cominho comprei umas plantas.
Aqui, sim, gastei dinheiro.
E o resultado é este
A "obra" ainda está com um aspecto um pouco enlameado, mas é uma questão de tempo até ficar mais verde à volta.
E agora digam-me lá... Aqui a menina até que tem jeitinho, não????
terça-feira, 16 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Surpresa mesmo surpresa
Li a sms e larguei o telemóvel em cima da mesa. Ponderei bem antes de responder. A vontade era dizer não, não me apetece.
A cabeça a latejar com dores, a constipação que não me largava há mais de semana e meia, a Julieta internada, a depressão em que me sentia a mergulhar por já não ter emprego e o maldito tempo chuvoso, tudo ajudava à indisposição para ir jantar fora.
Tá bem.
Saímos de casa debaixo de mau tempo, e eu só pensava que o que queria mesmo era meter-me debaixo dos cobertores e dormir. Mas o M. queria ir comer fora. Apetecia-lhe... e a reserva estava feita.
À porta do restaurante vi um carro conhecido. Mandei sms ao R.
Por acaso não estás em Aveiro?
Não me respondeu. Detesto quando não me respondem. Olhando melhor para o carro, comentei com o M. que talvez não fosse o mini do R. Então ele vinha para Aveiro e não me dizia?...
Entrámos no restaurante e aguardámos que a empregada nos levasse à mesa. Olhei para as pessoas que estavam na sala, e chamou-me a atenção um rosto que me fez lembrar alguém.
Olhei... D.???
Olhei melhor... R.????
Confesso que naquele instante fiquei um pouco incrédula e revoltada. Então eles vêm para a minha cidade e nem me dizem nada? Nisto olhei para o M. e vi um sorriso trocista na cara dele.
Foi então que percebi tudo, assim em jeito de flash.
Na mesa estavam alguns colegas meus e eu fiquei de boca aberta, pois nunca me tinha passado pela cabeça que o suposto jantar era um jantar surpresa.
Chorei.
Só gostava de ter sabido para me ter arranjado melhorzinho... é que quando saímos de casa contrariadas, vestimos a primeira coisa que vem à mão. Quase que fui de rabo de cavalo, para não ter de me pentear. E, vá lá, estava maquilhada!
Obrigada a todos... Adorei. :)
segunda-feira, 8 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Hum...
Disseram-me, mas eu não sei se acredite.
Primeiro porque vejo rebentos de dois, três mesinhos já a exibirem um bonito azulão ou castanho, obviamente cor definitiva, e segundo porque a minha princesa tem uns enormes, lindos e pestanudos olhos cinzentos, quando já deixou de amamentar há umas semanitas.
Alguém conhecedor me explica como é que é?
Também já me disseram que ela pode ficar com os olhos cinzentos, que supostamente será uma mistura do meu verde com o castanho do pai... mas, lá está. Disseram-me. E eu duvido!
Seja como for, ela tem uns olhos lindos.
Só acho que a cor é suspeita.
Só isso!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Filha
A menina ainda não tem idade para noitadas, está bem? E submeter a mamã às ditas, também não pode ser.
Estamos conversadas!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Biónica auditiva
Bi-ó-ni-ca Etimologia: palavra obtida a partir de bio ("vida") + ónica ("electrónica). Significa o estudo de sistemas mecânicos que funcionam como organismos vivos ou partes de organismos vivos.
É com esta definição que a National Geographic Portugal (mês de Fevereiro) inicia uma extensa reportagem sobre a era cyborg.
De braços a pernas, de vestígios de visão a um mundo inteiro de sons, a biónica está cada vez mais presente no mundo.
E eu tenho orgulho de ser uma entre as 5 centenas de implantados em Portugal.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Sonhar não custa
M: ai sim? qual?
eu: X1. branco
M: também já o vi. tem muita pinta
eu: pode ser esse então. ou o Q5. é uma questão de ver qual é o que consome menos
M: não cabem na garagem...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
1 ano

Um ano de ti
Um ano de sorrisos constantes, de ternura e preocupações
Um ano de noites mal dormidas, de choros e alegrias
Um ano de fraldas, de papas, de biberões e apetrechos vários que eu nem sabia que existiam
Um ano de roupinhas amorosas, de palavras que (já) se vão formando
Um ano no meu colo, no meu abraço, no meu calor
Um ano nosso
Um ano de amor
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Coisas que eu acho indecentes
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Missão sorriso
O Hospital de Aveiro é um dos 27 finalistas da Missão Sorriso deste ano e candidata-se com um projecto de aquisição de material para a Unidade de Cuidados Intermédios Neonatais.
Este ano, apenas cinco unidades serão seleccionadas e, pela parte que nos toca, sabemos que este hospital merece ser uma delas.
A edição MISSÃO SORRISO 2009 integra uma votação on-line. Os projectos/hospitais mais votados passarão à fase seguinte.
Basta clicar aqui e votar.
A Rita esteve lá internada, por isso toca a votar, que eu bem sei que esta unidade merece! :)
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Carta de um funcionário público ao 1º ministro
A coisa está cada vez mais negra, isso é certo!
Exmo. Sr. 1º Ministro,
Vou alterar a minha condição de funcionário público, passando à qualidade de empresa em nome individual (como os taxistas) ou de uma firma do tipo
"Jumentos & Consultores Associados Lda." e em vez de vencimento passo a receber contra factura, emitida no fim de cada mês.
Ganha o ministro, ganho eu e o país que se lixe!
Ora vejamos:
Ganha o ministro das Finanças porque:
- Fica com um funcionário público a menos.
- Poupa no que teria que pagar a uma empresa externa para avaliar o meu desempenho profissional.
- Ganha um trabalhador mais produtivo porque a iniciativa privada é, por definição, mais produtiva que o funcionalismo público.
- Fica com menos um trabalhador, potencial grevista e reivindicador que por muito que trabalhe será sempre considerado um mandrião.
E ganho eu porque:
- Deixo de pagar na totalidade todos os impostos a que um funcionário público está obrigado, e bem diga-se, pois passo a considerar o salário mínimo para efeitos fiscais e de segurança social.
- Vou comprar fraldas, champôs, papel higiénico, fairy, skip e uma infinidade de outros produtos à Makro que me emite uma factura com a designação genérica de 'artigos de limpeza', pelo que contam como custos para a empresa.
- Deixo de ter subsídio de almoço, mas todas as refeições passam a ser consideradas despesa da firma.
- Já posso arranjar uma residência em Espanha para comprar carro a metade do preço ou compro um BMW em leasing em nome da firma e lanço as facturas do combustível e de manutenção na contabilidade da empresa.
- Promovo a senhora das limpezas lá de casa a auxiliar de limpeza da firma.
- E, se no fim ainda tiver que pagar impostos, não pago, porque três anos depois o Senhor Ministro adopta um perdão fiscal; nessa ocasião vou ao banco onde tinha depositada a quantia destinada a impostos, fico com os juros e dou o resto à DGCI.
Mas ainda ganho mais:
- Em vez de pagar contribuições para a CNP, faço aplicações financeiras e obtenho benefícios fiscais se é que ainda tenho IRS para pagar.
- Se tiver filhos na universidade eles terão isenção de propinas e direito à bolsa máxima (equivalente ao salário mínimo) e se morar longe da universidade ainda podem beneficiar de um subsídio adicional para alojamento; com essas quantias compro-lhes um carro que, tal como o outro, será adquirido em nome da firma assim como manutenções e combustíveis.
- Se tiver um divórcio litigioso as prestações familiares que o tribunal me condenar já não serão deduzidas directamente na fonte e recebo o ordenado
inteiro e só pago se me apetecer...!
Como se pode ver, só teria a ganhar e já podia dizer em público o nome da minha profissão sem parecer uma palavra obscena, afinal, em Portugal ter
prejuízo é uma bênção de Deus!
Está visto que ser ultra liberal é o que realmente vale a pena, e porque é que os partidos que alternam no poder têm tantos votos...?
Atentamente
A. Bivar de Sousa
terça-feira, 20 de outubro de 2009
10 meses

Ela cresce mesmo debaixo do nosso olhar, atento a tudo o que faz. Tal como os seus olhos nos seguem e aos poucos a permite imitar-nos em gestos banais.
Ela bate palmas e leva a mão à boca para atirar um beijo, mesmo que ainda não se aperceba que a mão vá ter ao olho ou à orelha.
Ela sorri com os olhos, com a boca toda de onde já espreita um dentinho, com as mãos que se lançam ao alto e me pedem colinho quando acorda de manhã, quando a vou buscar à creche depois de um dia inteiro (e tão longo) longe dela, ou ao pai quando ele chega a casa ao fim do dia.
Ela fala, canta, entende. Sabe onde está o balão vermelho, sabe que é uma Rita que se reflecte no espelho, conhece e procura o Nico e a Julieta. E ri-se à gargalhada quando sente o pêlo deles tocar-lhe nas mãos.
Ela ri-se sozinha com os desenhos animados na TV.
Ela abre os braços à Lola quando a deixo na creche, e fica feliz.
Come sopas diferentes, experimenta sabores novos e não estranha. Come até decidir que não quer mais.
Tira o babete sozinha, como que desafiando-me, e atira-o para o chão com cara de fraca.
Ela suja-se com sopa, com papa, com fruta e iogurte.
Ela levanta-se sozinha na cama dela e fica agarrada às barras até que alguém a pegue ao colo enquanto chama "taa- taa". Ou então deixa-se cair e fica sentada entretida com os bonecos.
Ela arrasta-se pelo chão, procura um apoio para se levantar, põe-se de gatas e já dá passinhos com a nossa ajuda.
Pega na chupeta quando a vê e põe-a na boca. Adormece com ela, quando não adormece ao peito. Aninha-se no meu colo quando está com soninho sabendo que ali está segura.
Ela agita-se durante a noite e obriga o pai a tapá-la vezes sem conta. Não gosta de estar coberta.
Gosta de passear de carro, já fez grandes viagens, já visitou mais países em 10 meses de vida do que eu na vida inteira. E já tem um arzinho de miúda independente quando a sentamos no carrinho dela.
Sorri a toda a gente, mas chora (será de susto?...) quando vê o tio (se calhar ele devia cortar o cabelo… ou fazer a barba!)
Gosta de andar na moto4 que o tio lhe deu, e sorri para nós enquanto percorre os quartos todos montada nela.
Ela faz-me perder-me em roupinhas e ganchos para o cabelo que ainda não chega para fazer um totó.
Ela está a crescer, e eu queria ter capacidade de registar cada momento.
E o olhar dela, já falei? Perco-me no olhar dela...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Porque já chove
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Earth Water
Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.
A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do
Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo
os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.
A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração
da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF
Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.
Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth
Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa
de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que
vale água».
Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água
potável.
Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.
http://earth-water.org/
"Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e
destas 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma
doença relacionada com a água.
Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas
estatísticas assustadoras. Ao desenvolver o conceito "You Never Drink
Alone" pretende-se criar solução para a falta de água mundial."
E vão duas
Mas a credibilidade vai toda por água abaixo quando eu vos disser que uma parede veio contra mim. E tudo piora quando eu vos recordar do que aconteceu aqui.
Tenho o orgulho magoado, pronto.
Mas digo em minha defesa que não tive culpa. Porque em ambas as vezes eu travei, mas as rodas bloquearam, e lá fui eu...
Bzzzzzzzz... PUM!
E quando isto acontece num parque de estacionamento, é caso para dizer que foi o embate mais estúpido que podia ter acontecido.
O resultado?
Um pára-choques novo. O segundo em dois meses.
E as bocas do M para os próximos... sei lá... 5 anos?
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Problema
Suponhamos ainda que aos 9mm da base para o topo a unha resolveu partir, ficando portanto com 5mm de "matéria morta".
Suponhamos que estou impossibilitada de a cortar porque está partida mesmo em cima da carne.
Estão a ver como é, certo?
P*** que P****
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Assim se passa a hora de almoço
E também esteve uma blusa na forja, mas graças às minhas (ainda grandes) mamas, não cabia lá dentro!
Obrigada, filha, que graças ao teu leitinho não fui (muito) mãos largas hoje...
Mas eu também mereço, certo? :)

























