quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Já se respira Natal cá em casa




A árvore está feita!
O verdadeiro desafio é conseguir mantê-la assim... dado que aquela estrelinha ali mesmo no fundo da árvore esta noite já foi à vida!
A Julieta, essa arruaceira, arrisca-se a ir dormir para o relento!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Aqui não neva.


Mas vê-se neve.

Ao fundo, a Serra do Caramulo branquinha, como já não via há muito!

Nota: A máquina fotográfica é boa, mas não tanto assim! Por isso se querem ver alguma coisa, é favor clicar na imagem para ampliar!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

domingo, 30 de novembro de 2008

Onde estão as minhas mãos?


Se já andava com a minha mobilidade condicionada, então agora é que é a valer.
Há alguns dias que já ando com as minhas mãos dormentes e doridas, e isto tem vindo a piorar. Começo a ficar com incapacidade para fazer coisas simples, como calçar umas meias ou abrir uma garrafa de água!
Milagre é ainda conseguir teclar, mas verdade seja dita isso também não requer muito esforço, pois os únicos dedos que uso são os indicadores!
Devo dizer que as dores são muitas e o mau estar causado é demais.
É por isso que acho mesmo que esta é a grande semana. Ao menos já estou mentalizada para tal.

sábado, 29 de novembro de 2008

36 semanas


Mais uma sessão. Mas se calhar já se via é o que está dentro desta barriga, não? :D

(Bigita, tenta bater esta! Eu avisei que estava grande!)

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Bad news

Hoje foi dia de consulta.
E pela primeira vez saí de lá preocupada.
Quando a médica diz que há a possibilidade de ter de ficar internada, para me provocarem o parto, é caso para isso.
Ou não?
Quem me manda a mim achar que tenho um "sistema" normal, quando já se sabe que não há ninguém mais propício a apanhar doenças/vírus/ou merdinhas que não lembram nem ao diabo?... :(

O importante é que a Rita está bem. Agora só isso interessa.
E só tenho de aguentar estas comichões que, ao contrário do que o M dizia, não, não são psicológicas. Nem são falta de banhos!!!
O meu fígado simplesmente não é (está) bom... (e não, eu não bebo!) e traduz-se neste estranho sintoma.
Por isso, quarta feira lá vou eu de manhazinha até ao hospital, fazer uma análise qualquer. Se o resultado não for bom, ou seja, se isto piorar, lá terei de ficar internada.
Bonito!

Como se não bastasse ainda há a possibilidade de ter diabetes. Se bem que este problema, por ser já no fim de tempo não seja assim tão preocupante.

O bom nisto tudo é que se calhar vou ver a minha filha mais cedo do que previsto, apesar de ainda não estar mentalmente preparada...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Help me

Alguém sabe de um remédio milagroso para parar com a p*** da comichão que me anda a impedir de dormir em condições? (o Atarax não está a resultar!)

E já agora, alguém me explica porque raio tenho isto há coisa de um mês, e tem vindo a piorar de dia para dia?

É que também é lixado ter de olhar para as minhas mãos quando acordo, só para ter a certeza que elas continuam ali... tal é a dormência!

Sinto que estou a ser torturada... :(

sábado, 22 de novembro de 2008

Estou pronta

Filha, está tudo a postos!

Hoje finalmente fiz a tão aclamada mala para levar para a maternidade. Verdade seja dita, são duas, que uma só não chega para tanta coisa!
Parece incrível, até sinto que vou de férias...


E agora é só aguentar mais uma semanita no trabalho e tentar não me chatear muito por lá.
Depois disso, vou finalmente ter descanso dos stresses e das viagens! (Para começar a ter outros, está-se mesmo a ver!)

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

35 semanas


O telemóvel novo já serviu para tirar umas fotos!
E aqui estou eu e a Rita escarrapachadas no sofá, a fazer pose!
Parece pequena, a barriga, mas acreditem que quando estou de pé ela duplica de tamanho. :D

domingo, 16 de novembro de 2008

Vaidades


O meu Samsung com 5 anitos já pedia reforma, por isso não me fiz rogada com a escolha do novo telemóvel.
E não, não gostava das outras coisitas "mais em conta" para onde o M tentava desviar-me a atenção. Este chamava por mim...
E apaixonei-me!
Mesmo que esta aquisição implique ficar sem presente de aniversário e de Natal dos próximos dois anos...
Tenho ou não tenho bom gosto???
E vai ser o máximo para tirar fotos à Rita!
:D

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Quentes e boas


foto retirada da internet
Algo que me leva de novo aos meus tempos de criança, onde na escola se fazia a fogueira com caruma e as castanhas misturadas...
E dia de S. Martinho sem chegar a casa com a cara enfarruscada, não era dia.
Tenho saudades.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

É frustrante

Já não conseguir ver certas partes do corpo!!!!!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

happy birthday to............. me


Dia: 3 de Novembro de 2008
Hora: 9.30H
Local: algures num gabinete de um 5ª andar
Cenário: Estou junto à minha secretária, acabada de chegar, e entretida com algo.
No gabinete, estão 4 colegas.
Entra uma senhora com um ramo de flores na mão (e eu nem dou por ela), pergunta por mim (continuo a não dar por ela) e depois de indicação das colegas, vem ao meu encontro.
Quando finalmente dou por ela ( ! ), fico sem reacção e de boca aberta. Ela estica o braço e dá-me as flores para as mãos. Agradeço.
Procuro um cartão que me diga quem foi a encantadora alma que se lembrou de tamanho gesto, um pouco envergonhada (confesso), sob o olhar atento e sorrisos das colegas, e fico um pouco intrigada por ver que não há cartão!
Ok, pensei eu, tentando manter-me calma.
Lembro-me de mandar sms ao M., mas depois reconsidero…
“E se não foi ele? É melhor ficar caladinha e aguardar, antes que meta o pé na argola”
Foi o que fiz, e um sms dele não tardou a chegar.

Confesso que já estava entusiasmada com a ideia de ter um admirador secreto… OH!

Reacções: Contando isto ao M, ele ainda se sente lesado e diz que eu não tinha nada que duvidar que as flores eram dele.

Resposta: Pois sim! Sendo coisa que ele nunca fez/faz/nem tão cedo voltará a fazer (com esta ele já vai amuar... e tão cedo eu não terei serpresas), eu só gostava de um pouco de compreensão.
É ou não legítimo o direito de, vá lá, nem que seja sonhar com a ideia de receber umas florzitas… quanto mais não seja enviadas por nós próprias só para fazer ciúmes ao gajo?
E que mania é essa de nos terem como garantidas?
Hein?
Nota 1: as flores eram lindas... :)
Nota 2: sim, surpreendeste-me

domingo, 2 de novembro de 2008

Dicas


Para aqueles que vão apanhando multas uma vez por outra!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

32 semanas

Acho que estou a entrar em modo zombie...

Sinto a cabeça vazia................ vazia................... vazia................

domingo, 19 de outubro de 2008

:)

Era capaz de passar horas a olhar para a minha barriga a mexer-se sozinha!

(Sim filha, um dia vou-te dizer como amei as danças e saltos e cócegas que fizeste dentro de mim...)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Noites



Deito-me num quarto escuro, olhando pela janela e sonhando com o dia de amanha.

A lua cheia invade a escuridão, e no meio do turbilhão de sensações, medos, desesperos e alegrias, ela aconchega-me e eu adormeço em paz abraçada pela sua luz.


quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Rifam-se dois cães


São bem comportadinhos, carinhosos, silenciosos, amigos e adoram-se um ao outro!
O ar de santos é genuíno!
Juro!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

29 semanas



Viagem à praia







O Nico e a Julieta divertiram-se à grande...

Viagem ao fundo do mar










sábado, 4 de outubro de 2008

Silêncio...


Prezo imenso o silêncio. Talvez por ter estado tantos anos mergulhada nele.
Pode-se pensar que ouvir é tudo que eu poderia desejar na minha vida, mas ao fim do dia é um suplício.
A cabeça é bombardeada por sons contínuos, irritantes, estridentes que parecem estar mais altos do que deveriam, e que a minha mente assimila como uma mancha amorfa.

É um facto, ouvir de manha e ouvir à noite não é o mesmo.
Fico cansada, irritada, zangada com tudo porque tudo faz barulho.
Nessas alturas só me apetece desligar-me mas, mesmo tendo a possibilidade de recorrer a um milagroso on/off, só o faço quando me deito, o que me leva a crer que tenho uma tendência para a teimosia!

E, dada a hora a que estou a escrever isto, bem que podem calcular como devo estar irritada com a p*** da TV que guincha feita parva e nem me deixa ouvir-me pensar!
Arre!!!!!!!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Coisas que me deixam f*****

Ainda nem a criança nasceu e já é alvo de comentários:

"Vai ser um bebé gordo!"

Mas há necessidade?

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

E hoje queria viajar até aqui


(mas já ficava contente se desse para ver a lua assim antes de me deitar)

sábado, 20 de setembro de 2008

Amanha vou estar aqui!


E vou-me sentir pequenina como o menino da foto.
E fazer birra por ter de me vir embora!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Caras amigas

Estou com uma dúvida que anda às voltas na minha cabeça desde ontem, e queria que me ajudassem.
A questão é a seguinte:
Fui com o meu gajo comprar um par de calças para ele.
À partida coisa simples, certo? Porque gaja que é gaja quer sempre ajudar o respectivo a andar fashion, quanto mais não seja para escolher um par de calças que faça o rabiosque jeitoso.
E nós temos olho para isso, pois já são largos anos de experiência acumulada (a olhar para rabiosques, claro!)

Ora bem, esta tarefa foi cumprida, após entrar e sair de "n" lojas, e experimentar "n" par de calças.
Houve então a sensação de dever cumprido. Juro. Até porque gostei do par escolhido!
E, em género de bónus, ele até estava contente com elas. Eram confortáveis e tal...

O que eu não entendo, amigas, é porque é que no dia seguinte, como que sonhando com a nova aquisição durante a noite que entretanto se passou, ele tenha decidido que afinal as calças não são o que queria. Que afinal o tamanho não estava bom, nem a cintura era à sua moda!

E eu pergunto-me
"Porquê? Porque não viu ele isso na altura da compra?? Porque é que teve de retirar todas as etiquetas e arrumar no armário antes de chegar a essa brilhante conclusão??"

Bem, escusado será dizer que, por entre muitos avisos de que não abriria a boca para opinar sobre mais nada, lá fomos de novo à loja.

(É nestas alturas que penso que não gostava de ser assistente de vendas! Até me sinto solidária com elas, coitadas, ainda mais numa loja de roupa masculina! Mas adiante!)

E vai de, após explicação à simpática da moça que por acaso foi a que nos atendeu no dia anterior, experimentar uma nova fornada. E arrisco mesmo dizer que, desta vez, ele experimentou MESMO todas!
Não fosse o meu estado de gravidez impedir-me de ter calma, tinha-o deixado lá sozinho.

Depois de muita indecisão, lá optou por dois modelos que eram mesmo, mas mesmo mesmo do agrado dele. E eu também gostava, vá!

O que eu quero que me expliquem, amigas, é como raio entrámos na loja com um par para troca, e saimos de lá com dois...
Será o milagre da multiplicação??

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

24 semanas

A Rita tem feito altas festas às horas mais inapropriadas!

Uma madrugada destas, era senti-la toda agitada dentro de mim impedindo-me do meu soninho, mas o melhor foi hoje, quando me pus a olhar para a barriga e a vi a mexer-se e deformar-se sozinha!

Só posso dizer que foi giro :D

E para verem o tamanho com que estou, aqui está uma foto tirada ontem. As pintinhas vermelhas não são efeito nenhum, nem problemas de imagem.
Fui mesmo eu que tive um ataque de vaidade e apliquei um cremezinho que, aparentemente, não devia...

O que vale é que é coisa passageira, e hoje já estou quase normal!


segunda-feira, 25 de agosto de 2008

400 gr de gente


Cada dia que passa sinto-a mais viva. Sinto-a mais minha...
Um ser que fará parte de mim para todo o sempre.
Sinto-a mexer-se dentro da minha barriga, como que a dizer “Olha, estou aqui!”
Como se o seu toque fosse necessário para eu acreditar que ela existe.

E para a amar ainda mais.

400 gr de gente vão tomando forma dentro de mim, e vivo cada dia que passa com mais intensidade. Porque realmente a sinto a crescer.
Imagino como ela será, mas sobretudo se terei o suficiente para lhe dar. Sei, no entanto, que AMOR não lhe irá faltar.

Imagino-a a berrar “Mamã”... e isso fascina-me.
Eu, que sou a eterna menina, tão pouco dotada de instinto maternal.
Apesar de não ser coisa que me preocupe, pois sempre acreditei que isso é algo que, quando não está patente na nossa personalidade, acaba por se formar na altura certa.
E esta, para mim, é a altura certa, ou pelo menos começa agora a manifestar-se.
Porque a cada toque dela, a cada agitação, a cada movimento, só me apetece acalmá-la e dizer

“Pronto... a mamã está aqui”

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

domingo, 3 de agosto de 2008

3 de Agosto de 1974


Esta foi a cara do M. esta manhã, quando acordou e se apercebeu de quantos anos já tinha... he he he
Parabéns amor! :)
Gosto-te

sábado, 26 de julho de 2008

Prémio


A framboesa diz que sim...
E eu, super contente, aceito!!! Claro!
Beijinho nela!
:D
E agora digo também que a Bigita e a Sun Melody são plenas merecedoras deste prémio!
Beijinho nelas também!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Sessão fotográfica





Aqui está ela!

Sei que já desesperavam por ver a barriguinha (com 17 semanas... fresquinha, fresquinha!), mas a tarefa não foi facilitada aqui devido ao Sr. Marido (boca!).
Finalmente peguei no telemóvel e decidi tirar eu própria as fotos, já que o Sr. Marido nunca está disponível! (boca!)

Perdoem também a fraca qualidade das fotos, mas é certo que se tivessem sido tiradas com uma máquina em condições, que por acaso anda sempre no veículo do Sr. Marido (boca!), e por outra pessoa (boca!), e não com o telemóvel, tinha saído uma coisa mais apresentável.

Como foi difícil escolher o meu lado mais fotogénico, optei por publicar duas... barriga vista pela direita, e barriga vista pela esquerda. Como podem ver, aparentemente é simétrica!

E antes que haja por aqui comentários maldosos, aquilo ali em cima é o meu cotovelo!!

Agora peço-vos o vosso palpite... é menino ou menina?

segunda-feira, 7 de julho de 2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

Reencontro

Há muito tempo, quando a internet ainda era uma miragem e o msn ou e-mail eram algo de outro mundo, havia a moda de trocar correspondência com outras pessoas, apenas com o intuito de conhecer gente nova e desenvolver uma amizade.
Devia ter uns 14 anos, quando decidi responder a um anúncio colocado numa revista para jovens, de um rapaz que me parecia simpático.
E foi assim que conheci o R.
Lembro-me de estar entusiasmada aquando o envio da primeira carta, onde fazia as devidas apresentações, e aguardar ansiosamente pela resposta dele.
Foi breve, e a partir daí, ao longo de talvez dois ou três anos, fomos trocando impressões próprias de jovens daquela idade.
No entanto, talvez por preguiça ou por estarmos fartos, já não sei, acabámos por deixar caír esse hábito no esquecimento, e aos poucos o R. foi-se esbatendo na minha vida e nas minhas memórias.

Há uma semana, fui espreitar o meu hi5, coisa raríssima de fazer, e dei de caras com uma mensagem. Um R. pedia desculpa pela intromissão, e fazia umas perguntas típicas apenas de alguém que só me poderia conhecer.
Respondendo afirmativamente a tudo, só me passava pela cabeça que era ele. A confirmação fez-se no dia seguinte, e nem consigo explicar o quanto fiquei feliz com este reencontro.

Acreditar que alguém se lembra de nós passados quase 20 anos, e que toma a atitude de ir à nossa procura usando estas novas tecnologias, é uma prova de que a vida nos reserva muitas surpresas, e até de que há amizades para toda a vida.

O engraçado foi repararmos o quanto temos em comum. Seguimos uma carreira profissional dentro do mesmo ramo e trabalhamos em locais idênticos. Temos gostos, pensamentos e atitudes um pouco semelhantes.
Ontem ele perguntava-me até que ponto nos teremos influenciado um ao outro, quando eramos jovens.
Sinceramente, não sei dizer, mas lá que alguma coisa aconteceu, disso não tenho dúvidas!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Parece que ganhou a Espanha

Bem, já acabou a temporada do Euro2008...
E o entusiasmo era tanto, mas tanto, que até adormeci a ver o jogo.

Não preciso dizer que a culpa é do rebento, pois não? É que eu não sou (era) nada de adormecer no sofá...

muito menos às 21.30h...

muito menos a ver futebol...

e muito menos se o jogo for a final do Euro...

Mas acho que não teria mesmo perdão se fosse Portugal!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Dúvidas existenciais

Amanhã decido se sou Russa ou Espanhola desde pequenina...

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sou turca desde pequenina!



(pelo menos até quarta-feira à noite)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Julieta





Como se não bastasse comer deitada...

terça-feira, 3 de junho de 2008

É ou não animador quando nos dizem "Vais engordar para aí uns 20 kg!"?!

Acho verdadeiramente reconfortante ver (notar no tom irónico) que a maternidade tem o poder de causar estes efeitos histéricos em quem nos rodeia!

E só lá vão 11 semanas...

"Senhor, dai-me forças para aguentar as próximas 29... sem ter de gritar com ninguém!"

quinta-feira, 29 de maio de 2008

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Preocupações

Nunca achei que ser mãe fosse pêra doce, e é isso que estou a começar a comprovar neste início do processo de maternidade.
Digamos que, tal como sempre julguei que iria acontecer, estou a vivênciar todos os sintomas que seriam possíveis. Começou com a tensão mamária, que me tem acompanhado nos últimos dois meses e parece que não há maneira de passar, e termina com o problema mais recente de ter falta do que vestir porque parece que de repente toda a roupa ficou pequena.
E digamos que o meu humor não anda dos melhores, face aos constantes enjoos (felizmente controlados com um medicamento milagroso), e à fome avassaladora que me atinge de duas em duas horas.

Hoje estive a dar uma volta ao meu armário, à procura de peças que posso ir usando. Apesar de ter uma ou outra camisola, um ou outro par de calças (que com os devidos retoques de costura irão servir), fiquei desanimada porque a situação financeira não anda famosa ao ponto de poder ter aquilo que gostava, para mim e para a chegada do bebé.

Espero sinceramente que os próximos meses sejam mais simpáticos :(

domingo, 18 de maio de 2008

Reacções "brilhantes"

Tiradas as dúvidas e depois de algum “tempo de segurança”, chega a altura de deixar de negar.
Lá no trabalho, como já sabem, era constantemente confrontada com a questão “Então um bebé? Ainda não??”
Agora já posso dizer “Sim, vem a caminho!”.
Refiro-me, claro, às pessoas com quem trabalho, e não aos meus amigos em particular. Porque esses souberam logo!
No entanto, antes de começar a constatar o óbvio (a minha barriga está a crescer a olhos vistos) tive o cuidado de primeiro falar com o meu chefe, não fosse ele ouvir o comentário por outra pessoa. É que o meu chefe é uma pessoa que não prima pela benevolência...
Nem sei bem que palavra usar para o descrever, mas digamos que o seu sentido de humor é muito particular, com um cinismo fora do comum e uma predisposição invulgar para rebaixar as pessoas.
Profissionalmente, tem uma capacidade para me deixar bastante insegura, e isso enerva-me.

Depois de dois dias à espera do momento certo, na sexta feira ao final da tarde lá consegui um minuto a sós com ele.
Comecei por dizer que tinha uma coisa para lhe dizer, perante o olhar superior dele. Felizmente parecia bem disposto, e eu disse: “Estou grávida!” esperando uma reacção cínica... Que não tardou a fazer-se sentir!
“Ai está? Parabéns!”
Sorri e agradeci, mas ele continuou... “Não é meu pois não??”

Bem, aqui está a estupidez que eu já devia estar à espera.

Só tenho pena de na hora não me ter saído da boca esta resposta:
“Tendo em conta as vezes que já me “F****”, até que podia ser!”

sábado, 17 de maio de 2008

o feijãozinho



Após um ano de tentativas, eis que finalmente a cegonha resolveu dar ar da sua graça. No momento em que descobri que estava grávida, fui assolada por um misto de felicidade e medo.
No entanto, a ideia de ter um ser a crescer dentro de mim, algo pelo qual eu serei para sempre responsável, deixa-me com um genuíno sentimento de protecção, que eu vejo crescer de dia para dia.
Apesar do teste caseiro que não deixou margem para dúvidas, só tive real noção de que “Ele” existe quando, no consultório médico, “O” vi e ouvi...
Um Feijãozinho, com um esboço de coração a palpitar que me deixou completamente maravilhada e feliz.

Olhei para o M e não fui capaz de conter a emoção, ao ver o sorriso que ele esboçava nos lábios...


Vamos ser papás...


E a nossa vida mudou.

sábado, 26 de abril de 2008

Há dias quase perfeitos e ontem foi um deles.


Para começar o dia, um calorzinho tão bom que serviu para nos tirar a barriga de misérias.
Um encontro com novas amizades, que se revelaram pessoas fantásticas, e proporcionaram um convívio como há muito tempo não tinha.
Um almoço excelente aqui pertinho, na Bairrada, com um dos meus pratos favoritos.
Um pequeno passeio até ao Luso, onde passámos uma tarde refrescante numa esplanada, num parque maravilhoso.
Um regresso a casa ao fim do dia, e o caldo verde da mamã à minha espera no prato... e que bem me soube.
Uma passagem pela internet, onde ainda me ri um bom bocado com o M....
E para terminar o dia em beleza, faltou a luz.
Há algo melhor do que isso para nos obrigar a desligar do mundo, abrir a janela e ir para a varanda ver as estrelas? A noite estava linda, quente, escura e silenciosa (os grilos e as cigarras não contam... fazem parte!)
E quando fui para a cama, adormeci a olhar para o céu! (pois é... não havia luz, logo os estores não fechavam porque são eléctricos... o M é que não achou muita piada :D)

Quero mais dias assim!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito.
Um chama-se ontem e o outro chama-se amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.

Dalai Lama

Magna Tuna Cartola - 15 anos



eu fui!
e adorei!
e apesar de não ser a minha...
tenho saudades dos tempos de estudante...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Coisas que eu sempre quis confessar mas que nunca tive coragem

Sim, amor, eu quando vejo um buraco na estrada sou estranha e diabolicamente invadida por pensamentos obscuros do género:

“Oh, sim, um buraco! Deus ouviu as minhas preces e fez com que este, como que por magia, aparecesse no meu caminho...”
(Não fazer confusões entre feitos divinos e os feitos da EP!)

“Meu deus, que emoção... Tenho de acelerar... Não posso falhar! Z, concentra-te!”
(Imaginar este pensamento seguido de um riso cavernoso, maquiavélico e assustador)

É que realmente, amor, não há nada mais compensador, apelativo ou sublime, do que aquele maravilhoso TOC característico (também pode haver a variante de vidros a estilhaçar, em casos mais dramáticos, é certo), seguido da sensação única e genuína de estoirar com os amortecedores, suspensão e, pasme-se, conseguir o feito de barulhos estranhos vindos do interior do tablier ou de qualquer outra parte de um belo especimen automóvel.
E então quando este tem apenas um mês... é a cereja no topo do bolo!

Saliento ainda, amor, que o meu prazer é directamente proporcional à intensidade dos barulhos estranhos e à incapacidade de descobrir de onde eles vêm.

Sim, amor, eu confesso que é de propósito...

Ass: a esposa que (aparentemente) não conduz de forma atenta e prudente, e que tem a dizer em sua defesa que, até à data, o único risco existente nesta viatura foi feito pelo seu querido e amado esposo.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Estou chateada!

Farta!
Se me voltam a perguntar se estou grávida, juro que não respondo por mim!

Não percebo porque é que a malta teima neste assunto!
Quando sou eu que desabafo com amigas sobre o facto de estar a tentar engravidar já há um tempo considerável, ainda vá que não vá. Agora quando me cruzo com pessoas que não têm nada a ver com a minha vida, e que reparam se estou ou não com uma barriguinha mais proeminente do que deveria (um agradecimento especial à moda actual, pelas belas roupas a roçar o estilo pré-mamã que, confesso, adoro) não me escapo à já inevitável questão.

Passo-me!

E depois lá vem as recomendações do costume:
“É preciso treinar”
“Não custa nada fazer um...”

Como se eu não soubesse! Pleaseeeeee.

O pior é quando a conversa toma contornos mais sérios, e dou a entender que as dificuldades em engravidar estão presentes. De repente, parece que fica tudo com ar de enterro!
E depois ainda têm a lata de me dizer “Andas muito stressada, precisas ter calma!” ou, a melhor de todas “Não penses nisso! Acaba por acontecer.”

Era fácil seguir este conselho, não fosse o facto de estarem constantemente a relembrar-me, não é?

Olhem, minha gente, mais calma do que eu, neste assunto, não há!
Isso vos garanto!
Felizmente não sou daquelas mulheres que se babam todas quando vêem um bebé, nem vejo nisso um drama de maior.
É certo que gostava de ter um filho, mas a minha vida não girará em torno desse desejo.

Por isso, repito pela enésima vez:
“É quando for”

Valeu??

terça-feira, 1 de abril de 2008

sexta-feira, 21 de março de 2008

Petição

Porque sou da opinião de que quem faz os cães serem perigosos, são os seus donos,
aqui fica uma petição para tentar salvar do extermínio os cães da "raças potencialmente perigosas"

Resta saber se fará diferença.

quarta-feira, 19 de março de 2008

a minha voz


Quando era pequena, irritava-me profundamente ter a minha família a mandar-me falar.
Falar muito e falar alto.
Na minha cabeça de criança, não fazia sentido. Olhava para eles, muito senhora de mim, e respondia torto a maior parte das vezes. Sim, porque eu refilo!
A verdade é que o faziam para eu não deixar de falar uma vez que, dizem, é comum acontecer quando se deixa de ouvir.
Eu ria-me de tal barbaridade, mas isso era eu que era um espírito rebelde.
Mau, era ver a minha família zangada comigo quando eu falava sem som ou, pior ainda, quando as minha primas, com quem tinha contacto mais directo, me falavam assim também, para só eu poder perceber o que elas diziam.

O que eles não sabiam, era que falávamos assim apenas na presença deles, para podermos falar à vontade sobre os nossos segredos...

Por esta mesma razão nunca aprendi LGP (língua gestual portuguesa). Por um lado foi bom, pois estive sempre integrada (a bem ou a mal) no meio dos ouvintes, mas por outro lado sinto que limitaram em muito a minha aprendizagem.

Não faço ideia de como é a minha voz, por isso não a posso descrever. A única coisa que sei é que tenho um sotaque que me persegue e faz toda a gente pensar que está perante uma estrangeira, facto que me diverte mais do que me chateia.
Já passei por espanhola, por inglesa, por romena, por ucraniana, e tudo isto porque “falo de memória”.
No entanto, desde que recebi o implante, tenho recuperado a minha fala, o que me faz acreditar piamente que, mais um pouco, e serei genuinamente portuguesa!

domingo, 9 de março de 2008

Óbidos















Um domingo bem passado a re-descobrir alguns recantos encantados deste país